Cotidiano

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Um Novo Pensamento Sobre o Neoliberalismo e o Brasil Atual

Observando a atual gestão pública brasileira em comparação analítica à história das relações políticas internacionais, vou entrar em um assunto que contém críticas consideráveis (positivas e negativas). Cabe salientar que estou em início de estudos relacionados ao tema e que essa visão é passível de mutação no transcorrer deste percurso de pesquisa.

Pensar na implantação de uma atualizada versão da agenda econômica, sintetizada nos preceitos do neoliberalismo no Brasil, pode ser uma das soluções para sanar tantas dificuldades que nós enfrentamos com esse sistema político-econômico que vivemos hoje no país. É claro que precisamos observar os impactos deste conceito nos anos de 1980, sendo representado pelas duas personalidades das nações núcleo do capitalismo mundial: Margaret Thatcher e Ronald Reagan.

Diminuindo a intervenção do Estado nas relações comerciais promovemos o livre comércio, aumentando significativamente a possibilidade de surgirem novos nichos de mercado e, por consequência, novos postos de trabalho junto a uma economia favorável para sua manutenção, o que favorece o pensamento em novos modelos de gestão da assistência social. Outro posicionamento deste modelo está relacionado com as privatizações (antes contestadas pelos atuais representantes públicos brasileiros), sendo elas conscientes das suas atribuições à soberania nacional, são necessárias no momento para contingenciar a depreciação causada pela ineficiência da gestão nas empresas públicas brasileiras. E para evitar também esse rombo contínuo causado pela negligencia dos nossos representantes públicos.

Seguindo essa visão, somada a flexibilização das leis trabalhistas e readaptações do sistema de assistencialismo, além de seguir o exemplo da comunidade internacional no pós-guerra fria, estaríamos originando uma nova fase de prosperidade da gestão pública nacional. Ressalto que não há motivos, nesta reflexão, de contestação ao pensamento histórico. Uma reengenharia de processos e procedimentos deste modelo seriam necessários para adaptar ao esse período neocontemporâneo que nos encontramos, evitando crises sociais, econômicas e políticas no país (se é que já não as enfrentamos).

Uma intervenção dessa magnitude sanaria nossos déficits orçamentários gerados pela “crise da corrupção” no Brasil, aprimorando o desenvolvimento humano com novas estratégias de políticas sociais (uma vez que o assistencialismo sem direcionamento e preceitos constitucionais coíbe de forma natural o progresso da sociedade brasileira), proporcionando o desenvolvimento sustentável ao priorizar o progresso nacional.