Samba

Não sei muito bem

O que acontece por aqui,

Há tanto grito abafado

Silenciado.

Há o vazio,

Enfim.

Surpreendente é

O sorriso no rosto

Enquanto as lágrimas

Deveriam escorrer como rios

Chegando ao mar,

Em fúria.

Eu estou em fúria

E amargo o pesar

De frustrações

Que fortalecem o ser.

Não sou

E nunca fui tão convencido

Ao ponto de acreditar

No infinito em mim.

Sou suspiro

E garrancho de menino

Na parede da escola,

Sou o corte da memória

Levando direto ao ponto

Histórias de amor.

Por favor,

Não desvie seu olhar de mim

E da minha genialidade!

Sorria!

Sorria!

Sorria…

Deixe que passe a agonia.

Por aqui,

A morte – que dançava

Bucólico tango –

Hoje caiu no samba!

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