Quintal


Molhando a grama

Por quilômetros sem parar

Veio a sede

Sede de amar
Não haviam flores no chão

Muito menos

Inspiração para a canção

Que estaria por ser cantarolada
Molhava a grama com o suor

Dos dias de trabalho a fio

Tentando encontrar a paz

Em covil de cobra criada
O sorriso onipresente

Atraiu vários sorrisos,

Muitos murchos

Muitos sem sal

Alguns de hipocrisia

Com um toque de igualdade
Algo fantástico brilhava de longe,

Aos poucos o jardineiro foi chegando

Se aproximando e apaixonando…

Era um sorriso sem igual

Ímpar, singular

Prazeroso em se perder,

Perigoso…
O sorriso da flor

Que morava sozinha em seu jardim,

Não queria mais sair dali.

Não se sabe se são seus braços

Ou o perfume,

Pudera o beijo espetacular?

Pensar nisso já é normal!
Em dois dias

Aquele jardim

Se tornou o quintal do coração.

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